Ontem tive uma noite meio "down"... Fiquei pensando que, daqui a mais ou menos uma semana, inicio o meu oitavo mês de tentativas...
Essa demora, aliada às alterações do exame do meu marido (leves, mas existentes!), me deixam super prá baixo, desacreditada, achando que nunca vai acontecer!
E, pensando em tudo isso, fui dormir (aliás, vale dizer: sempre tive muita facilidade para dormir, caio na cama e mal tenho tempo de dar boa noite ao maridão... rs, mas ultimamente ando numa insônia só, deito na cama e fico virando prá lá e prá cá, com a cabeça a mil!).
E, nessa noite, pela primeira vez, sonhei... Sonhei com o meu esperado positivo!
No sonho, eu tinha certeza que estava grávida... Comprava um teste de farmácia, e a expectativa explodia no meu peito! Não lembro de ter feito o teste no sonho, mas lembro da sensação da confirmação, da certeza da gravidez!
E, geeenteeeee... a sensação de ALEGRIA e ALÍVIO que eu senti, nossa, é indescritível! Parece que todas as células do meu corpo vibravam, e respiravam aliviadas, e agradeciam!
Ruim só foi acordar, e encontrar a ansiedade aqui, de novo...
Mas fiquei feliz com o sonho... Há tempos eu me preocupava, porque NUNCA, NUNQUINHA, sonhei com a gravidez, ou com o meu bebê, ou sequer com um positivo... Parece besteira, eu sei, mas passava pela minha cabeça que poderia ser uma forma de Deus avisar que essa não era uma experiência prá eu viver, pelo menos por enquanto...
E, agora, depois desse sonho, fica mais fácil pensar que Papai do Céu está me pedindo para ter paciência, que, logo logo, eu vou viver toda essa alegria!
.................
Alguém sabe onde tem paciência prá vender??? rsrsrs...
Espacinho destinado a desabafos e troca de experiências sobre a espera que parece a mais longa de todas...
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domingo, 15 de agosto de 2010
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
O Espermograma = as pedras do caminho...
No outro post dei a entender que nem só de planos vive a Rezinha – e que há pedras no caminho também...
Pois há! E acho que vai me fazer bem falar delas...
Apesar de ter me identificado com muitas das meninas que já encontrei aqui, tenho reparado em algo curioso: grande parte delas está, “simplesmente”, demorando um pouco para engravidar, mas, com ou sem ansiedade, acaba conseguindo dentro daquele “tempo” considerado normal pelos médicos – um ano (explicar sobre esse tempo para uma tentante é que não é normal!).
Outras meninas e blogs retratam situações mais complicadinhas, de problemas que devem ser solucionados para viabilizar a gravidez. Mas, até agora, acho que não vi nenhum blog onde o probleminha é com o candidato a papai (CORREÇÃO: na verdade até vi algo que poderia caminhar nesse sentido, o da Amanda, e me identifiquei SUPER com ela... mas agora Papai do Céu deu uma força e ela já foi promovida a “gravidinha”, deixando essas fases de dúvidas para trás!).
Mas é justamente esta a minha situação...
Meu marido tem varicocele diagnosticada há algum tempo. Para quem não sabe, esse probleminha é justamente a presença de varizes no testículo, veias dilatadas em decorrência da circulação sanguínea, assim como as que as mulheres costumam ter. E, com o tempo, devido ao "aquecimento" na região, pode prejudicar a produção e a qualidade dos espermatozóides. Por conta disso, ele faz um acompanhamento médico regular, mas sempre tive um medinho de que isso pudesse tornar a nossa espera pelo positivo mais longa. Ao mesmo tempo, sempre tive esperança de que não fosse assim, e que conseguíssemos engravidar em poucos meses quando finalmente “liberássemos geral”.
Só que, passados seis meses de tentativas frustradas, a ansiedade começa a bater e não é brincadeira lidar com ela. Até porque a gente perde o parâmetro do que é “normal” e do que pode ser “problema”.
Há algumas semanas ele fez mais um espermograma (o médico normalmente pede uns dois por ano, para ir acompanhando). Há algumas alterações no exame, mas o médico dele diz que o quadro está estável e que seu exame, hoje, é perfeitamente possível de levar a uma gravidez natural (cacilda, então porque que não acontece???). Até aí, lindo, normal...
O problema dessa história é a MINHA médica, que não se mostrou tão otimista assim... Disse que “é sim possível, mas é mais difícil”, e que não podemos nos cobrar tanto.
E aí a cabeça gira, dá voltas, a coisa não está acontencendo e a gente acha que a coisa nunca vai acontecer!
E fica naquele dilema: em quem confiar? No “médico otimista” ou na “médica pessimista”? E será que um dos dois é “realista”, e não otimista ou pessimista? E adianta pensar tudo isso, visto que cada caso é um caso e que a regra que funcionou para uma pessoa pode não funcionar para outra?
E esse, gente, é o grande motivo da minha inquietação atual. Sinto que rompi a barreira do “tô tranquila”, e isso me chateia... Mas agora, em nosso 7º mês de tentativas, não tem como deixar de pensar que estamos cada vez mais próximos do fim do “prazo normal”.
O medo bate, e é grande... Assim como foi esse desabafo!!! rsrs...
E aí... nessa grande blogsfera que estou começando a conhecer... alguém enfrenta esse tipo de situação? Como eu disse lá atrás, claro que cada caso é um caso, mas dá uma força extra saber de histórias com final feliz... e, claro, com baby na barriga!!! ;-)
Beijinhos e tô adorando o carinho de vocês!!!
Pois há! E acho que vai me fazer bem falar delas...
Apesar de ter me identificado com muitas das meninas que já encontrei aqui, tenho reparado em algo curioso: grande parte delas está, “simplesmente”, demorando um pouco para engravidar, mas, com ou sem ansiedade, acaba conseguindo dentro daquele “tempo” considerado normal pelos médicos – um ano (explicar sobre esse tempo para uma tentante é que não é normal!).
Outras meninas e blogs retratam situações mais complicadinhas, de problemas que devem ser solucionados para viabilizar a gravidez. Mas, até agora, acho que não vi nenhum blog onde o probleminha é com o candidato a papai (CORREÇÃO: na verdade até vi algo que poderia caminhar nesse sentido, o da Amanda, e me identifiquei SUPER com ela... mas agora Papai do Céu deu uma força e ela já foi promovida a “gravidinha”, deixando essas fases de dúvidas para trás!).
Mas é justamente esta a minha situação...
Meu marido tem varicocele diagnosticada há algum tempo. Para quem não sabe, esse probleminha é justamente a presença de varizes no testículo, veias dilatadas em decorrência da circulação sanguínea, assim como as que as mulheres costumam ter. E, com o tempo, devido ao "aquecimento" na região, pode prejudicar a produção e a qualidade dos espermatozóides. Por conta disso, ele faz um acompanhamento médico regular, mas sempre tive um medinho de que isso pudesse tornar a nossa espera pelo positivo mais longa. Ao mesmo tempo, sempre tive esperança de que não fosse assim, e que conseguíssemos engravidar em poucos meses quando finalmente “liberássemos geral”.
Só que, passados seis meses de tentativas frustradas, a ansiedade começa a bater e não é brincadeira lidar com ela. Até porque a gente perde o parâmetro do que é “normal” e do que pode ser “problema”.
Há algumas semanas ele fez mais um espermograma (o médico normalmente pede uns dois por ano, para ir acompanhando). Há algumas alterações no exame, mas o médico dele diz que o quadro está estável e que seu exame, hoje, é perfeitamente possível de levar a uma gravidez natural (cacilda, então porque que não acontece???). Até aí, lindo, normal...
O problema dessa história é a MINHA médica, que não se mostrou tão otimista assim... Disse que “é sim possível, mas é mais difícil”, e que não podemos nos cobrar tanto.
E aí a cabeça gira, dá voltas, a coisa não está acontencendo e a gente acha que a coisa nunca vai acontecer!
E fica naquele dilema: em quem confiar? No “médico otimista” ou na “médica pessimista”? E será que um dos dois é “realista”, e não otimista ou pessimista? E adianta pensar tudo isso, visto que cada caso é um caso e que a regra que funcionou para uma pessoa pode não funcionar para outra?
E esse, gente, é o grande motivo da minha inquietação atual. Sinto que rompi a barreira do “tô tranquila”, e isso me chateia... Mas agora, em nosso 7º mês de tentativas, não tem como deixar de pensar que estamos cada vez mais próximos do fim do “prazo normal”.
O medo bate, e é grande... Assim como foi esse desabafo!!! rsrs...
E aí... nessa grande blogsfera que estou começando a conhecer... alguém enfrenta esse tipo de situação? Como eu disse lá atrás, claro que cada caso é um caso, mas dá uma força extra saber de histórias com final feliz... e, claro, com baby na barriga!!! ;-)
Beijinhos e tô adorando o carinho de vocês!!!
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